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O que você está procurando?

Salve escoteirada!

Hoje temos uma super novidade pra vocês. Navegando esses dias pela internet, me deparei com o novo vídeo de divulgação do movimento escoteiro, produzido pela UEB Nacional.  Com o título “O que você está procurando?”, é possível ver inúmeras fotos de atividades escoteiras Brasil afora, tendo como fundo a nossa música “Sempre Alerta”. Quer conferir também? Assista abaixo:

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Banda Rataplan no Fórum Mundial

Amigos escoteiros,

vou postar as primeiras fotos da noite de ontem(05/01/2011) para vocês terem uma noção do que foi nossa apresentação na Noite Brasileira do 11º Fórum Mundial de Jovens. Assim que eu tiver mais tempo farei um post contando melhor a nossa experiência, inclusive com um video que fiz mostrando um pouco do que aconteceu. Por enquanto, aproveitem as fotos:

Agradecemos a todos que nos ajudaram e nos deram essa magnífica oportunidade. Aos nossos amigos um Sempre Alerta em várias línguas para entrar no clima do Fórum Mundial.

Be Prepared

Sempre Pronto

Siempre Listo

كنمستعدين

準備

Vær beredt

Bodi pripravljen

Ole valmis

Sois Prêt

Weest Paraat

Bí Ullamh

Sii Preparato

Sonae-yo Tsuneni

Vær Beredt

Будь готов

Var redo

Daima Häzir

Allzeit bereit

SEMPRE ALERTA!

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Post de: Cesar Wild

Boas Festas

Galera do lenço,

infelizmente o nosso blog mal começou e já vamos entrar de férias! Mas não se desesperem, será por apenas um curto período de descanso depois de um ano de muito trabalho, com direito a gravação de um CD em comemoração do Centenário do Escotismo no Brasil e também a gravação da música oficial do ELO Regional de Santa Catarina que aconteceu na cidade de São Joaquim e que reuniu mais de 2.000 pessoas.

Podemos dizer que sim, para nós da Rataplan foi um ano maravilhoso, mas muita coisa ainda precisa acontecer para que possamos divulgar cada vez mais nossa renovação na música escoteira! E para isso contamos com vocês , nossos fiéis amigos que tem nos dado todo o apoio desde o início, para que possamos no ano que vem espalhar para todo o Brasil o melhor da música escoteira!

2011 já começa muito bem, com a nossa participação no Fórum Mundial de Jovens! Quem diria heim? A bandinha que veio lá da pequena Santa Catarina sendo lançada pro mundo! É realmente muita felicidade para nós poder levar a cultura brasileira para os irmãos escoteiros dos outros países.

2011 será também para nós um ano de “campanha” e para isso contamos com a ajuda de todos vocês! Em 2012 teremos o próximo Jamboree Nacional, que ao que tudo indica vai acontecer no Rio de Janeiro. Para os que não sabem, a idéia da nossa banda surgiu justamente na abertura do último Jamboree em Foz do Iguaçu, e nosso maior sonho é poder um dia fazer a música do evento e mais do que isso, poder tocar na sua abertura! Então pedimos a todos os nossos amigos que ajudem a divulgar para que nós possamos finalmente realizar nosso sonho.

A idéia é muito simples e deve funcionar assim:

  • Apresente a banda para pelo menos um escoteiro que ainda não conheça.
  • Caso ele goste, peça para que faça o mesmo passando adiante.
  • É muito importante também que se passe adiante para os amigos de outros estados.

Simples né? Então vamos meter bala!

Galera, acho que é isso! No mais, gostaríamos de dizer a todos que tenham um ótimo Natal, um Ano Novo de grandes realizações, que a fraternidade escoteira mundial cresça cada vez mais, que o escotismo no Brasil seja cada vez mais unido, que os nossos grupos permaneçam fortes e que o espírito de B-P esteja sempre em suas mentes, nos seus corações e junto de vocês!

Um forte aperto de canhota! Nos vemos no ano que vem!

Sempre Alerta para Servir o Melhor Possível

Próxima parada: Fórum Mundial…

CAVALARIA X RAMO PIONEIRO – Verdade ou Mito?

Senhoras e Senhores

Assim como prometido durante a semana, vou falar sobre um assunto que vai ser um tanto polêmico. De início quando o Pioneiro Vitor Caliari do 25/ES Grupo Escoteiro Jequitibá da cidade de Aracruz me sugeriu o tema eu fiquei muito interessado, até mesmo pelo fato de ser pioneiro, mas não esperava que o assunto em si tivesse uma natureza mais delicada.

Sem mais mistérios, vamos falar hoje sobre:

“Cavalaria(Lendas do Rei Arthur) X Ramo Pioneiro”

Logo após receber a sugestão do Vitor, meu primeiro passo foi ir atrás de informações. Assim, entrei em contato com Luiz Cesar de Simas Horn que é gerente nacional de métodos educativos da UEB e que também trabalha na parte de pesquisas, tradução e edição de livros de B.P. e sobre o movimento escoteiro, ou seja, o cara sabe do que está falando.

Conversando com ele descobri que na realidade essa relação nunca existiu, e que tudo não passa de um mal entendido com algumas frases de Baden Powell que foram mal interpretadas por algumas pessoas e passadas adiante como se fossem a mais absoluta verdade. E digo a vocês que isso não é nenhuma novidade. Um exemplo simples disso são as canções escoteiras que passando de geração em geração chegaram a ter suas letras mudadas por que em algum momento alguém entendeu errado uma palavra e passou adiante.

Dai você me pergunta: -Cesar, por que você não vai direto ao assunto?

E eu te respondo! Não vou direto ao assunto porque sei que tem muita gente que sempre relacionou o ramo pioneiro com as lendas da cavalaria. Eu mesmo, confesso que me surpreendi! Passei toda a minha vida escoteira acreditando que essa ligação sempre existiu! Mas também faço questão de que leiam esses trechos a seguir retirados de 3 textos que falam do assunto.

Rei Arthur

Para começarmos, temos que entender sobre o fundo de cena. Segundo Luiz Paulo Carneiro Maia(Psicólogo, DCIM, Coordenador de formação da Região Escoteira do RJ)

“Quando se dispôs a utilizar o Método Escoteiro como instrumento de educação para crianças mais novas, Baden-Powell avaliou com bastante propriedade as vantagens de tirar proveito da justaposição entre realidade e fantasia que, nessa fase da vida, exercem ambas a mesma atração sobre as mentes infantis. Valores como lealdade, disciplina, amizade, fraternidade, coragem, respeito e solidariedade, entre outros, podem ser melhor compreendidos pelas crianças, no ramo lobinho, quando lhes são transmitidos por meio da associação com situações e comportamentos “observáveis”, envolvendo personagens que se movimentam no interior de um fundo de cena. Para compor este fundo de cena, B-P escolheu a obra O LIVRO DA JÂNGAL, de Rudyard Kipling, resumido em MOWGLI, O MENINO-LOBO, onde se desenvolve todo um segmento do Programa de Jovens que enfatiza, justamente, a socialização da criança, preparando-a para que, ao atingir a idade e as condições necessárias, prossiga sua formação, no Ramo Escoteiro.”

O Livro da Jângal - The Jungle Book

Realmente devo concordar que a utilização da história do Mowgli da outro aspecto para o ramo lobinho e o diferencia de todos os outros, deixando claro que tem uma base lúdica e é voltado para crianças. Ainda segundo Luiz Paulo:

A denominação de Alcatéia que se dá à seção, sua divisão em matilhas, a utilização de uma gruta, as vozes de comando, o grande uivo e a ampla utilização dos episódios narrados em O LIVRO DA JÂNGAL tudo isso se une, no Ramo Lobinho, para compor o fundo de cena onde se desenrola todo o processo de educação não-formal que o Movimento Escoteiro oferece às crianças entre os sete e os dez ou onze anos. Assim, no Ramo Lobinho – e só no Ramo Lobinho – o Escotismo explora um fundo de cena que, como no teatro, recorre à imaginação do educando, transportando-o para um mundo de fantasia onde “viver” em companhia dos personagens facilita e dinamiza o processo educativo, a ele imprimindo uma feição mais atraente e de efeito mais profundo e duradouro.

Pois bem, acho que temos bem claro o fato do fundo de cena fazer parte do ramo Lobinho e não dos outros ramos e com isso entramos na questão do ramo Pioneiro e as lendas do Rei Arthur e seus Cavaleiros. Nessa parte, é fundamental que saibamos o motivo pelo qual se criou essa relação.  No texto de Héctor Carrer(Bureau Mundial Escoteiro da Região Interamericana), escrito em setembro desse ano, “Rovers… Volver a las fuentes” ou traduzido “Pioneiros… retorno as origens”, ele explica os motivos para essa conclusão errada.

Se analisarmos os marcos simbólicos tradicionais dos outros ramos entenderemos que denominamos:

Lobinho – as crianças, porque remete ao mito do menino criado em uma alcatéia de lobos.

Scouts(Escoteiro e Sênior) – aos adolescentes porque remete ao mito dos exploradores, os homens dos bosques, os expedicionários, os descobridores.

Rover(Pioneiro)– aos jovens porque remete ao mito do viajante, do homem ou a mulher que saem a percorrer o mundo para transformá-lo e para transformarem a si próprios, durante essa viajem. Nenhum elemento do marco simbólico tradicional no ramo faz alusão aos cavaleiros ou a lenda do Rei Arthur, esta é uma distorção que surgiu a partir de traduções erradas de textos em espanhol, realizadas pelos mexicanos(e reconhecidas por eles mesmos com um grave erro de interpretação)”

Ou seja, tudo não passou de um mal entendido na hora de traduzir os textos, mas muita gente associa(sem saber desses fatos) o ramo e as lendas. Para ilustramos selecionei uns trechos do texto de João Rodrigo França, escotista do Rio de Janeiro.

Diz ele: “A faixa etária atendida pelo Ramo Pioneiro – o limiar entre o final da adolescência e o início da idade adulta –  prescinde da maneira mais absoluta de um fundo de cena. Quando se trata de desenvolvimento pessoal e de preparação para o correto desem­penho dos diferentes papéis sociais que a eles estão reservados, nada justifica, portanto, que a presença de uma lenda  – que só difere da lenda do Povo Livre da jângal porque seus perso­nagens são humanos, e não animais humanizados –  seja objeto de um culto tão valorizado por alguns adultos e jovens adultos que deixaram há muito, lá no passado da infância, as delícias do pensamento mágico. Respeitadas as características essenciais de um fundo motivador, pode-se, até, ad­mitir que o Ramo Pioneiro se reporte às virtudes dos cavaleiros medievais como um padrão de caráter digno de ser imitado. Arthur e os cavaleiros que com ele se sentavam aos redor da Távola Redonda representam, efetivamente, os elevados ideais da cavalaria medieval?”

Chegamos ai na grande questão! Segundo o autor os pioneiros podem sim buscar as virtudes dos cavaleiros, mas devem cuidar com o excesso de mistificação em torno dos mesmos.

Se nada justifica a existência de um fundo de cena no Ramo Pioneiro, muito menos se pode conceber a quase veneração que alguns escotistas e pioneiros exibem diante da lenda do Rei Arthur. Parece ser em razão dessa veneração que surgem em alguns rituais e cerimônias observados pelo Ramo, manifestações de um misticismo quase doentio, que ocupa o lugar reservado pelo Método Escoteiro para uma mística saudável e esclarecida, que apoia um programa educativo cuja ênfase se concentra no processo de integração do jovem ao mundo adulto que passa a ser o seu, privilegiando, sobretudo o serviço à comunidade, como expressão de cidadania, e auxiliando-o a pôr em prática os valores da Promessa e da Lei Escoteiras no mundo mais amplo em que passa a viver. A mística deve servir para marcar o Pioneirismo como uma fraternidade de vida ao ar livre e de serviço ao próximo, constituída por jovens adultos, com as finalidades claramente definidas na Regra 102 do p.o.r. O misticismo tende a converter alguns dos nossos Clãs em uma espécie de entidade exótica onde adultos e jovens adultos se comportam aos olhos alheios como seres alienados da realidade, isolados da comunidade que integram e bem pouco interessados em ampliar seus efetivos, como pólo de atração para os que deixam o Ramo anterior e para jovens estranhos ao Movimento que poderiam se interessar por uma autêntica fraternidade de vida ao ar livre e de serviço ao próximo.”

Confesso a vocês que eu nunca presenciei algum tipo de misticismo doentio nos clãs pioneiros, mas concordo que se isso existe deve haver uma conscientização, pois todos fazemos parte do mesmo movimento e ramo nenhum pode querer se individualizar ou sobrepor ao todo. É fato que cada clã, tropa e grupo têm suas próprias tradições ao redor do mundo, mas isso não deve ser confundido com a criação de uma nova “cultura pioneira”. Claro que no caso das lendas da cavalaria é algo totalmente diferente, pois não é um erro cometido propositalmente, então não cabe a ninguém julgar uma possível “falta de conhecimento”, mas é preciso entender também que devemos ter nosso foco voltado ao trabalho com a comunidade e ao nosso crescimento próprio na fase de transição entre a adolescência e a vida adulta e que pode claro, ser pontuado com alguma mística.

Finaliza João Rodrigo: “Assim como existem Clãs que se conservam apegados à mística exacerbada que chega a se confundir com o misticismo, também existem aqueles que puseram de lado a fantasia de Arthur e seus cavaleiros e que alcançaram, por este caminho, resultados bastante animadores que se refletem em: Redução da taxa de evasão do ramo; Aumento do efetivo do Clã,  com a captação de jovens que não participavam do Movimento Escoteiro e Desenvolvimento de excelentes projetos. O que se observa, nas Regiões Escoteiras que decidiram apostar na formação de adultos como forma de eliminar o misticismo, é que aumentou o número de GE’s onde está presente o Ramo Pioneiro e cresceu substancialmente o número de jovens que, depois dos 21 anos, seguem atuando como escotistas ou dirigentes nos GE’s em que foram pioneiros. O principal resultado, entretanto, só poderá ser aferido mais adiante, quando os jovens ex-pioneiros começarem a ocupar os espaços que a eles estão destinados, como cida­dãos firmes de caráter, participativos, limpos de pensamentos, leais, construtores da paz, solidários, amantes da natureza, coerentes em sua fé, impregnados, por fim, das caraterísticas que resultam da vivência correta da Promessa e da Lei Escoteiras.”

É claro que, mesmo sabendo desses fatos muita gente ainda se posiciona a favor da lenda dos cavaleiros. É o caso do Pioneiro Vitor que me sugeriu esse tema, logo depois da minha pesquisa eu conversei com ele sobre o fato que havia descoberto e ele me disse: “Sou a favor mesmo assim, porque a base do ramo Pioneiro é servir a Deus e a Pátria, da mesma maneira que os cavaleiros.” E realmente, se for para usar os ideais de honra dos cavaleiros, que até mesmo B-P descreveu como exemplo, não é preciso criar pano de fundo nenhum e nem mesmo mitos sobre essa história para que se use esses valores.

Contudo, nossos deveres como PIONEIROS são simplesmente SERVIR a Deus, a pátria e ao próximo, assim como prometemos um dia, já a maneira como o faremos fica a cargo de cada um. É preciso ter sempre em mente que fazemos parte do movimento escoteiro para crescermos como seres humanos e a melhor maneira de se abordar esse tema será com o debate, pois querendo ou não essa cultura já está enraizada em muitos grupos escoteiros e não irá mudar de uma hora para outra por uma simples imposição. É preciso também que se explique nos cursos de formação os benefícios do método educativo e quais as reais aplicações da mística pioneira, mas acima de tudo temos de buscar o equilíbrio, pois só assim chegaremos numa conclusão saudável para todos.

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E você? Qual a sua opinião?

Nos deixe um comentário dizendo o que pensa sobre o assunto!

Um grande abraço a todos!

Sempre Alerta para Servir Y

Post de: Cesar Wild


Colecionadores Escoteiros

Alerta Escoteiros!

Falar sobre colecionadores escoteiros não é novidade nenhuma para nós, afinal no movimento temos inúmeros distintivos, lenços, souvenirs, entre outros, e é mais do que normal que surja o interesse de alguns em manter viva parte dessa história.

De certa maneira quase todos nós somos pequenos colecionadores, pois costumamos guardar o lenço que trocamos no acampamento ou o distintivo que recebemos na atividade… Mas tem gente que leva isso bem a sério e possui enormes coleções com distintivos do mundo todo!

Imagem do Jornal Folha do Alto Vale

Um exemplo disso é o Mestre Pioneiro Rafael Luiz Ferreira(33 anos) de Florianópolis – SC, mas que a alguns meses está em Rio do Sul – SC no Grupo Escoteiro Mafeking. Ele já faz parte do movimento escoteiro desde 1986 e atualmente possui uma coleção com mais de 1600 distintivos, sendo uma das maiores do estado.

Para aumentar sua coleção, existem algumas maneiras de você conseguir os itens que busca. No caso de Rafael, ele opta pela troca: “Eu não costumo comprar os distintivos, minha forma de colecionador é a troca. Nossa principal ferramenta de conexão é a internet, mais precisamente o Facebook, onde mantemos o Clube CoBras – Colecionadores Brasileiros. Trata-se de um clube virtual de livre associação para escoteiros, bandeirantes, antigos escoteiros, antigas bandeirantes e interessados no movimento escoteiro, onde trocamos ideias e local onde os interessados em colecionar fazem as trocas”, explica. Outro forte aliado são os Correios, que tem a forma mais fácil e segura para efetuar as trocas.

Uma das coisas mais bacanas de se colecionar distintivos, é o fato de cada um deles ter uma história para contar: “Eu tenho peças raras dos anos 50, 60 e 70, que não vendo e nem troco. Além do valor sentimental, há uma riqueza histórica muito grande. Eu costumo dizer que todo escoteiro é um colecionador, porque ao longo dos anos, cada integrante vai conquistando distintivos pela progressão pessoal, que obtêm dentro do grupo, durante a vida escoteira. Mas não coleciono apenas esses, guardo aqueles que marcaram eventos dos clubes, todos com datas e marcos importantes”

Uma das maneiras que Rafael encontrou de passar adiante a sua coleção, foi digitalizando ela e postando num albúm online para divulgar a todos os interessados: “Tanto na mídia como em outros espaços eu ainda vejo o escotismo bastante escondido e há nele detalhes muito importantes que podem ser estudados. Eu estou sempre incentivando outros colecionadores a fazerem a divulgação também, para que essa historia não se perca ao tempo. O escotismo esta presente em 200 países, já fiz contato com asiáticos, americanos e pessoas de diversos outros lugares. Colecionar promove o espírito de fraternidade, o conhecimento de novas culturas e lugares. É um intercâmbio muito interessante. Eu vou continuar colecionando e se algum dia, quando eu estiver com mais idade não tiver mais como continuar, vou doar a minha coleção para alguém que sinta ter a mesma vontade e entusiasmo que eu tenho”, completou.

Para acessar o albúm de Rafael basta clicar aqui ->ALBUM VIRTUAL

COBRAS

Vale ressaltar ainda a existência aqui no Brasil do COBRAS – Colecionadores Brasileiros de Distintivos Bandeirantes e Escoteiros, que é um clube virtual de livre associação para escoteiros, bandeirantes, antigos escoteiros, antigas bandeirantes e interessados no movimento escoteiro.

Se você tem interesse em começar sua coleção, ou já possui uma é quer expandi-lá, acesse o blog do COBRAS -> BLOG DO COBRAS

Além disso, será realizado no dia 13 de janeiro de 2011 o 1° Encontro de Colecionadores Escoteiros do Brasil o “EnCoBras“, na cidade de Curitiba- PR as 19:00 horas na Sede do Grupo Escoteiro Santos Dumont – 20°/PR, localizado na Rua Francisco Rocha, 747, Bairro Batel, (pátio do Colégio Estadual Júlia Wanderley).

Para os interessados, é possível também fazer trocas pelo Orkut:

COMUNIDADE COLECIONADORES ESCOTEIROS
COMUNIDADE LENÇOS ESCOTEIROS (Coleção)
COMUNIDADE SCOUT BADGE TRADERS
COMUNIDADE CLUBE COBRAS

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Crédito: Trechos da matéria publicada pela repórter Liana Trevisan no Jornal Folha do Alto Vale – Novembro de 2010.

Ging Gang Goolie

 

Escoteiros desse Brasil varonil,

agora que a banda tem esse super blog eu confesso que fiquei empolgado em estar sempre escrevendo nele sobre assuntos diversos do movimento escoteiro. Obviamente que estarão na maioria das vezes relacionados a banda e a música escoteira, mas sempre que pudermos ajudar algum projeto bacana ou então passar para vocês informações de interesse geral o faremos.

But Vamos ao que interessa!

Não é de hoje que eu venho pesquisando sobre canções e músicas escoteiras em geral e por isso, pretendo nos próximos posts falar um pouco sobre essa história, pontuada com detalhes no mínimo… interessantes.

Mas hoje quero trazer pra vocês uma das minhas histórias favoritas! Muitos aqui(principalmente a velha guarda), devem conhecer a canção “Ging Gang Goolie” que é uma das mais conhecidas e cantadas em todo o mundo. Talvez poucos saibam, mas ela foi criada pelo nosso GodFather Poderoso Chefão do movimento escoteiro, Lord Robert Stephenson Smyth Baden Powell, com o intuito de permitir que todos pudessem cantar, por isso ela não é escrita em nenhuma língua existente.

Digo pra vocês que eu simplesmente achei fantástica a história que criaram para essa música, pois cantei ela a minha vida toda e finalmente ela faz sentido pra mim!

Sem mais delongas… Senta que lá vem a  história:

Numa escura e longínqua selva Africana existe uma lenda que conta a história do “Fantasma do Grande Elefante Cinzento”.
Todos os anos após a época das grandes chuvas, o fantasma do elefante surgia da bruma pela madrugada e vagueava pela selva. Quando chegava a uma aldeia parava, levantava a tromba e cheirava… “func”!
Depois decidia se atravessava a aldeia ou se a contornava. E, se ele atravessasse a aldeia, significava que o ano ia ser mau, haveria fome, doenças e as colheitas seriam péssimas devido à seca, pestes ou quaisquer outras desgraças, mas se pelo contrário ele contorna-se a aldeia, significava que o ano seria próspero.

A aldeia de Wat-Cha tinha sido atravessada pelo fantasma durante três anos consecutivos e as coisas começavam a ficar realmente más para os habitantes.
O chefe da aldeia, Ging-Gang, e o pagé da tribo, Sheyla, estavam bastante preocupados, uma vez que o dia do elefante estava de novo a aproximar-se, então juntos decidiram que era preciso fazer alguma coisa para que o fantasma não voltasse a atravessar a aldeia.

Os guerreiros da aldeia, que eram homens grandes como hipopótamos rechonchudos, usavam escudos e lanças e decidiram que iriam se colocar no caminho do elefante para o assustarem, fazendo barulho com as suas lanças e escudos, mas por sua vez, os discípulos de Sheyla iriam fazer magia para afastar o elefante agitando os seus bastões mágicos.
Estes bastões tinham pendurados diversos enfeites e ao abaná-los faziam barulho… shalliwalli, shalliwalli, shalliwalli!

Finalmente o dia da visita do elefante cinzento chegou! Muito cedo, os habitantes levantaram-se e reuniram-se à porta da aldeia. De um lado estava Ging-Gang e os seus guerreiros, do outro estava Sheyla e os seus discípulos. Enquanto esperavam a chegada do fantasma, os guerreiros começaram a cantar baixinho os feitos heróicos do seu chefe… Ging gang goolie, goolie, goolie, goolie, watcha, Ging gang, goo, Ging Gang goo… Os discípulos de Sheyla não quiseram ficar para trás e começaram também a cantar… Heyla, Heyla Sheyla, Heyla sheyla Heyla ho, Heyla, Heyla sheyla, Heyla sheyla Heyla ho… e ao mesmo tempo abanavam os seus bastões… shalliwalli, shalliwalli, shalliwalli.

De repente surgiu da névoa o fantasma do grande elefante cinzento que ouvindo os cantos levantou a tromba e respondeu oompa, oompa, oompa… À medida que o elefante se aproximava, os guerreiros começaram a cantar mais alto e a fazer barulho com as suas lanças a bater nos escudos…

“Ging gang goolie, goolie, goolie, goolie, watcha,
Ging gang, goo, Ging Gang goo…”

Os discípulos de Sheyla levantaram-se e começaram a sua mágica para espantar o animal…

“Heyla, Heyla sheyla, Heyla sheyla Heyla ho, Heyla, Heyla sheyla, Heyla sheyla Heyla ho…”

e ao mesmo tempo abanavam os seus bastões…

“shalliwalli, shalliwalli, shalliwalli.”

Impressionado com tanto barulho o elefante começou a dar a volta a aldeia continuando a berrar…

“oompa, oompa, oompa…”

Houve grande alegria entre os habitantes e todos juntos começaram a cantar…

Ging gang goolie goolie goolie goolie watcha,
Ging gang goo, ging gang goo.
Ging gang goolie goolie goolie goolie watcha,
Ging gang goo, ging gang goo.
Hayla, oh hayla shayla, hayla shayla, shayla, oh-ho,
Hayla, oh hayla shayla, hayla shayla, shayla, oh.
Shally wally, shally wally, shally wally, shally wally,
Oompah, oompah, oompah, oompah.

Fonte: Revista Leader com o título “The Great Grey Ghost Elephant”, edição de Junho/Julho 1991, página 7.

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Gostou da história? Tem sugestão de outros assuntos pra gente falar?

Deixe um comentário pra gente! Não Pode xingar! Pode e deve elogiar!

De sua opinião para que possamos melhorar a qualidade do nosso conteúdo 😀

Grande abraço a todos e Sempre Alerta!

Post de: Cesar Wild

 

Banda Rataplan no Fórum Mundial

Pela primeira vez no Brasil vai acontecer o Fórum Mundial de Jovens que chega na sua 11ª edição. O evento vai ocorrer na cidade de Blumenau no Vale Europeu catarinense e nele vão estar presentes aproximadamente 250 jovens de mais de 100 países do mundo.

Com certeza é uma oportunidade única para nós escoteiros, mais ainda quando temos a animação por conta da Banda Rataplan.

Já está confirmado! E na “Noite Brasileira” a presença da banda vai botar os gringos pra dançar nos diversos ritmos brasileiros, promovendo a integração entre os “donos da casa” e os visitantes.

Então fiquem ligados, pois a partir do dia 3 de janeiro de 2011 estaremos postando todas as novidades do 11º Fórum Mundial de Jovens aqui no blog da Rataplan.

Para mais informações acesse:

Site da UEB SC ou Site da UEB Nacional

Assista o vídeo promocional feito pela UEB: